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Rio de Janeiro é o primeiro Estado a adotar as placas do Mercosul

Começa nesta terça-feira (11), no Rio de Janeiro, a implantação das novas placas de veículos do Mercosul, que seguem as resoluções 729 e 733 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O modelo padrão dos países do bloco será adotado no emplacamento de veículos zero quilômetro, na transferência de propriedade, de jurisdição e de município ou na substituição de placas danificadas. Embora não seja obrigatório, os fluminenses que desejarem trocar a identificação voluntariamente também poderão fazê-lo.

No Rio Grande do Sul, ainda não há data prevista para implementação do modelo, diz a assessoria de imprensa do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS). No entanto, o prazo dado pelo Denatran para adoção das placas do Mercosul vai até 1° de dezembro deste ano.

Segundo o Detran-RS, ainda não há empresas fabricantes cadastradas para fornecer as placas ao Estado.

Vários elementos para aumentar o controle.

Mais letras e menos números

Terá sete caracteres alfanuméricos, quatro letras e três números (não mais três letras e quatro números), que podem estar embaralhados, como ocorre na Europa.

Novas cores

A cor de fundo será branca, com margem superior azul, variando apenas a cor das letras e dos números. Será preta nos veículos de passeio, vermelha em veículos comerciais, azul em carros oficiais, verde em veículos em teste, dourado em carros diplomáticos e prateado em carros de colecionadores.

Nome e brasão de Estados e cidades

O nome do Brasil estará sobre a margem azul superior. Nome da cidade e do Estado estarão na lateral direita, com seus respectivos brasões.

Combate às placas frias

Na diagonal ao longo das placas, está uma das apostas para conter as falsificações: marcas d’água com o nome do país e do Mercosul grafadas. Ainda terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código com fabricante, data de fabricação e serial da placa.

Anote e guarde: promessa de custo mais baixo

O custo da chapa será padronizado nacionalmente, porque apenas o Denatran poderá credenciar as empresas fabricantes de placas, diferentemente do modelo atual, onde a responsabilidade é de cada Detran. Segundo o departamento, estudos técnicos indicam que o valor do custo de fabricação será menor do que os praticados atualmente no mercado.

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